Farmacoterapêutica (CFF)

Boletins da revista Farmacoterapêutica, do Conselho Federal de Farmácia (CFF).

Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
Em algumas estações do ano, como outono e inverno, é comum termos gripes, resfriados e crises de alergia, que muitas vezes deixam o nariz entupido (congestionado). Muitos remédios usados nesses casos são aplicados em gotas ou sprays no nariz.
Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
Os medicamentos glicocorticoides imitam o efeito do cortisol, por isso,o melhor horário paratomá-losé pela manhã,para interferir menos na liberação natural do cortisol pelo nosso organismoe, com isso, diminuir a possibilidade de certos efeitos indesejados.Além do horário de administração, a dose utilizada e a duração do tratamento também influenciam no risco de ocorrência desses efeitos.
Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
A farmacoterapia em pediatria é um desafio que deve ser enfrentado com cautela. Os pacientes pediátricos possuem algumas particularidades, como diferenças anatômicas e fisiológicas, que podem influenciar na farmacocinética, na farmacodinâmica, bem como na segurança e eficácia dos medicamentos
Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
A utilização do medicamento certo para as necessidades clínicas individuais, em doses e períodos corretos, ao menor custo individual e coletivo, segue os preceitos do uso racional de medicamentos. Novos fármacos podem propi-ciar uma melhor sobrevida da população, desde que sejam eficazes, seguros e eficientes.
Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
O uso racional e seguro de medicamentos isentos de prescrição (MIPs) contribui para a prevenção de agravos e para a proteção e pro-moção da saúde da população. A automedica-ção, quando bem orientada, pode ser desejável, trazendo benefício ao usuário de forma ágil e com baixo custo.
Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
Nesta edição, fazemos uma rediscussão sobre o tema, com novas evidências científicas, num contexto em que se observa um movimento de laboratórios farmacêuticos para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) altere o status regulatório desses medicamentos, de venda sob prescrição para isentos de prescrição.
Farmacoterapêutica
1 de outubro de 2026
O progressivo desenvolvimento de novos medicamentos está associado a benefícios bem estabelecidos para a saúde individual e coletiva, com evidências consistentes de redução da mortalidade, redução da carga de doença e melhora da qualidade de vida.
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